O terminal da Ferrovia Vicente Vuolo, a Ferronorte, em Rondonópolis (212 km ao Sul de Cuiabá), será inaugurado no próximo mês de junho.
O prazo foi confirmado pelo secretário extraordinário de Acompanhamento da Logística Intermodal de Transportes (Selit), Francisco Vuolo, em entrevista ao MidiaNews.
Cuiabá ainda sem previsão confirmada. : (
Fala sério.
quarta-feira, 15 de maio de 2013
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Construtora já remove os canteiros para os trilhos do VLT
Responsável pela implantação do Veículo Leve sobre Trilhos – modal escolhido pelo Governo do Estado para a Copa do Mundo de 2014 – o consórcio VLT Cuiabá-Várzea Grande deu início a mais uma importante intervenção: a preparação da pista do VLT. Nas avenidas João Ponce (proximidades do aeroporto Marechal Rondon) e FEB, teve início a remoção dos canteiros para a implantação da via permanente. A previsão é de que os trilhos sejam colocados a partir de agosto, quando chegam os primeiros trens.
De acordo com o gerente do consórcio VLT, Fernando Orsini, os trabalhos nos canteiros foram intensificados com o fim do período de chuvas. “As máquinas trabalham em ritmo intenso nos canteiros. As escavações seguem em um trecho de cinco quilômetros entre as avenidas João Ponce e FEB. O mesmo procedimento está acontecendo na avenida Coronel Escolástico, em Cuiabá”, afirma Fernando Orsini.
O gerente ressalta que “esses trabalhos executados pelas equipes de engenharia do consórcio têm o objetivo de identificar as estruturas enterradas para serem removidas e transferidas. Para tanto, está sendo executada a infraestrutura para rede de fibra ótica e drenagem, que serão instaladas permanentemente sob as calçadas das vias. Hoje estão sendo feitos os trabalhos de jaqueteamento para a cápsula protetora dos trilhos. Ao mesmo tempo ocorrem os trabalhos de terraplenagem”.
Orsini garante que os trabalhos de implantação do novo modal, hoje com sete frentes de trabalho em Cuiabá e Várzea Grande, estão dentro do cronograma e os trabalhos ainda serão intensificados nos próximos dois meses quando haverá aumento no efetivo. “Os trilhos chegarão a Cuiabá a partir de agosto. Já o primeiro trem deve chegar em setembro. O VLT será entregue no dia 13 de março de 2014, mas deverá entrar em operação somente no dia 11 de junho
As principais frentes de trabalho do VLT compreendem execução das obras dos viadutos da Sefaz, UFMT, MT-040 e rotatória do Zero Km.
De acordo com o gerente do consórcio VLT, Fernando Orsini, os trabalhos nos canteiros foram intensificados com o fim do período de chuvas. “As máquinas trabalham em ritmo intenso nos canteiros. As escavações seguem em um trecho de cinco quilômetros entre as avenidas João Ponce e FEB. O mesmo procedimento está acontecendo na avenida Coronel Escolástico, em Cuiabá”, afirma Fernando Orsini.
O gerente ressalta que “esses trabalhos executados pelas equipes de engenharia do consórcio têm o objetivo de identificar as estruturas enterradas para serem removidas e transferidas. Para tanto, está sendo executada a infraestrutura para rede de fibra ótica e drenagem, que serão instaladas permanentemente sob as calçadas das vias. Hoje estão sendo feitos os trabalhos de jaqueteamento para a cápsula protetora dos trilhos. Ao mesmo tempo ocorrem os trabalhos de terraplenagem”.
Orsini garante que os trabalhos de implantação do novo modal, hoje com sete frentes de trabalho em Cuiabá e Várzea Grande, estão dentro do cronograma e os trabalhos ainda serão intensificados nos próximos dois meses quando haverá aumento no efetivo. “Os trilhos chegarão a Cuiabá a partir de agosto. Já o primeiro trem deve chegar em setembro. O VLT será entregue no dia 13 de março de 2014, mas deverá entrar em operação somente no dia 11 de junho
As principais frentes de trabalho do VLT compreendem execução das obras dos viadutos da Sefaz, UFMT, MT-040 e rotatória do Zero Km.
Fonte: Olhar Copa
terça-feira, 7 de maio de 2013
Parabéns Mato Grosso - 265 anos - 09 de maio
No dia 09 de maio de 2013 comemoramos com muito orgulho o 265° aniversário do Estado de Mato Grosso, data que lembra o ano de 1748, quando o rei de Portugal, Dom João V, através de Carta Régia determina a criação da Capitania. Hoje, um Estado esperançoso e promissor. De transformações. Que Deus, por intercessão do padroeiro de Cuiabá, o glorioso São Benedito, continue protegendo nossa terra amada e querida. Parabéns Mato Grosso.
Rondon – Vida e Obra*
Na condição de Membro
Efetivo da Sociedade dos Amigos de Rondon tive o maior orgulho de receber a
indicação desta entidade, oficializada pelo presidente, Dr. Ivan Vidal Pedrosa,
para falar sobre a vida e a obra daquele que é considerado um dos mais importantes
brasileiros do século XX, Cândido Mariano da Silva Rondon, no Dia das Comunicações.
Será sempre uma tarefa impossível abordar toda a trajetória de luta deste ilustre
conterrâneo, marechal “sertanista pacificador”, e que desde criança passei a
conhecer e a admirar pelas maravilhosas histórias de bravura que a minha avó contava
a seu respeito, e que, por incrível que pareça, acabaram alimentando e
enriquecendo a minha imaginação. As histórias como as de Rondon, portanto, tem
a magia do tempo eterno. TEMOS UM RONDON DENTRO DE NÓS A REAVIVAR AS NOSSAS FORÇAS.
As visitas de Rondon a Cuiabá ,
durante o século XX, eram anunciadas com alegria, e as palestras proferidas, muito
prestigiadas. A Revista A Violeta,
que teve a escritora, professora e jornalista Maria Dimpina, por grande tempo,
na direção, registrou esses momentos vividos pela cidade verde, que tinha
Rondon como aliado na luta para a construção da Estrada de Ferro, tendo sido inclusive
acionista da Estrada de Ferro Norte de Mato Grosso, ao lado das muitas outras
pessoas que acreditavam nas vias de comunicações como estratégia para a
conquista do desenvolvimento. Mas o que trazer da vida e da obra de Rondon
nesta data festiva? Creio que relembrar um pouco de sua trajetória, repleta de
bravura, e que ainda encanta e revitaliza as esperanças diante dos desafios e das
dificuldades. Cândido Mariano
da Silva nasceu no dia 05 de maio de 1865, em Mimoso,
distrito de Santo Antonio do Rio Abaixo, atual município de Santo Antonio do
Leverger, estado de Mato Grosso. Era filho de Cândido Mariano da Silva e
Claudina de Freitas Evangelista. De origem humilde, órfão ainda pequeno, foi
criado, por uma bisavó, de descendência indígena, e aos sete anos de idade, ainda
na infância, mudou-se para Cuiabá, com a finalidade de estudar, tendo ficado, à
época, sob a tutela do seu tio Manoel Rodrigues da
Silva , capitão da guarda - nacional, que resolveu adotar o
sobrenome Rondon, apelido da sua mãe, por ter um homônimo, e que vinha causando-lhe
alguns contratempos. Na capital de Mato Grosso, Rondon concluiu os estudos
básicos, e mudou-se, logo em seguida, para o Rio de Janeiro, ao decidir-se pela
carreira militar. Cabe ressaltar que o sobrenome Rondon também foi adotado por
Candido Mariano da Silva ,
em reconhecimento ao tio Manoel Rodrigues da Silva Rondon, que para ajudá-lo
nos estudos, no Rio de Janeiro, manifestou a intenção de adotá-lo como filho,
no entanto, à época, Rondon não aceitou a proposta do tio, e ousou enfrentar com
galhardia as dificuldades. É interessante observar que hoje o sobrenome Rondon
tornou-se símbolo, brasão. Defensor da libertação dos escravos e da proclamação
da República, Rondon amou Mato Grosso, tendo demonstrado pelo pantanal mato-grossense
um profundo sentimento sertanejo. Rondon viveu intensamente a beleza e a
liberdade da vida rural. Rondon realmente admirou a natureza com todas as
letras, acreditou, e dedicou-se com afinco ao Brasil. Rondon era um brasileiro hospitaleiro,
cordial. Concluiu os estudos na Escola Militar, no ano de 1890, e graduou-se em Matemática e Ciências
Físicas e Naturais. Terminada essa fase, trabalhou inicialmente
como auxiliar de Gomes Carneiro na Comissão para a Construção de Linhas
Telegráficas de Cuiabá a
Registro do Araguaia. Rondon por um curto período de tempo lecionou astronomia,
e casou-se, em 1892, com D. Francisca Xavier, mais conhecida como D. Chiquita,
com quem teve sete filhos: Araci Rondon, Benjamin Rondon, Clotilde Rondon,
Marina Rondon, Beatriz Emília Rondon, Maria de Molina Rondon e Branca Luiza
Rondon, muitos netos e bisnetos. Na construção de linhas telegráficas ligou o
Brasil ao Brasil e o Brasil aos países sul-americanos. Nessas missões destacou-se
com maestria, e recebeu inúmeras condecorações pelos relevantes serviços
prestados. Foi o primeiro diretor do Serviço de Proteção ao Índio, e nesse
cargo também obteve elevado reconhecimento. Em 1913, foi designado pelo governo
Federal para organizar e acompanhar o presidente dos Estados Unidos da América,
Theodoro Roosevelt, que viera ao Brasil em viagem de estudos, obtendo, Rondon,
pelo trabalho desempenhado, o Prêmio Living-Stone, conferido pela Sociedade de
Nova York, e tendo seu nome gravado numa placa de ouro, como um dos mais
importantes desbravadores do mundo. Depois dessa missão prosseguiu com os
trabalhos das linhas telegráficas. Contribuiu para o conhecimento da
cartografia de Mato Grosso e do Brasil, das plantas, dos animais, das riquezas
naturais e minerais. Nesses estudos, Rondon observou que Cuiabá encontrava-se localizada
no Centro Geodésico da América do Sul. Rondon participou da festa em
comemoração ao bicentenário de Cuiabá, com conferências e exposição
cartográfica no Palácio da Instrução. O território do Guaporé recebeu o nome de
Rondônia, devido a uma proposição do diretor do Museu Nacional, em 1917,
Roquette Pinto. Como deputado, o tenente Otávio Pitaluga, propôs, em 1918, a mudança do nome do
povoado mato-grossense de Rio Vermelho para Rondonópolis, numa justa homenagem
a Candido Mariano da Silva
Rondon, que nesse lugar estivera com a Comissão das Linhas Telegráficas. Das
agraciações recebidas destacam-se: medalha de ouro da Sociedade Brasileira de
Geografia, medalha de ouro da República da França, diploma de sócio honorário
da Sociedade Geográfica de Washington, diploma de sócio honorário da Sociedade
Geográfica de Munique, diploma de sócio honorário da Sociedade Holandesa de
Geografia de Haya, diploma de sócio da Sociedade Geográfica de Roma, diploma de
sócio honorário da Sociedade de Geografia de Berlim, membro da sociedade de
Geografia de Lima, diploma de Sócio do Instituto Histórico e Geográfico de Mato
Grosso, título de civilizador do sertão conferido pelo Conselho Nacional de
Geografia e Estatística, sócio honorário da Sociedade Brasileira de
Antropologia e Etnologia, membro honorário da Sociedade de Americanistas da
Suíça e muitas outras. Além das condecorações, cabe registrar que os postos na
carreira militar foram conquistados por merecimento e dedicação. Foram inúmeras
as missões diplomáticas desempenhadas nas nossas fronteiras, e que acabaram
conferindo-lhe a condecoração da Gran Cruz da Ordem do Mérito Militar. Foi
Rondon quem propôs ao governo brasileiro para que deixasse de cobrar a dívida
que o Paraguai tinha com o Brasil em virtude da Guerra ,
e, também sugeriu ao governo brasileiro a criação do Parque Indígena Nacional
do Xingú. Rondon contribuiu com dados preciosos para a confecção do mapa de
Mato Grosso em 1952, e, em 1955, recebeu a patente de Marechal do Exército e o
Título de Doutor Honoris Causa da Universidade do Brasil. No ano de 1957 muitos
países começaram a movimentar-se no sentido de indicar Rondon para receber o “Nobel
da Paz”, vindo a morrer, no entanto, em 19 de janeiro de 1958, sem ter sido
agraciado com esse merecido prêmio, mas mesmo assim tendo ficado imortalizado para
sempre pelos seus feitos no Brasil. Rondon deve, portanto, continuar servindo
de exemplo para todas as gerações. Rondon possuía sabedoria e conhecimento. É
preciso que o “Memorial Rondon em Mato Grosso” venha a ser terminado, e que
seja referência no mundo como Centro de Documentação, com trabalhos de
pesquisa, livros, jornais, revistas, discursos, gravações, fotografias, filmes
etc. É preciso continuar despertando nos jovens o orgulho e a grandeza de ser
brasileiro. É NECESSÁRIO CULTIVAR A CRENÇA DE QUE É POSSÍVEL FAZER MAIS PELA
SOCIEDADE. É importante desenvolver o sentido inovador, o olhar científico e
tecnológico, o compromisso com a
História, a responsabilidade social, a educação ambiental e o
espírito democrático. Sonho com aulas práticas ministradas em museus para jovens
estudantes de Mato Grosso. Sonho com
a educação atuando de forma integrada com a cultura, com a saúde e com o turismo no Brasil.
ACREDITO NA NOSSA CUIABÁ QUE EM 2019 COMEMORARÁ O TRICENTENÁRIO. Acredito num
país mais unido, mais fraterno e mais humano. Acredito que o mundo deverá ficar
mais amadurecido, mas sem perder a alegria da juventude. E, por fim, uma
pequena observação da escritora carioca Stella Leonardos, integrante da União
Brasileira de Escritores do Rio de Janeiro, e que encontra-se registrada no
livro “Memorial de Rondon”, editado pela Editora Universitária da Universidade
Federal de Mato Grosso, em 1995, que preciso compartilhar, “Cândido Mariano da Silva
Rondon. Gravo teu nome de evento. [...] Gravo teu nome de alento. [...] Gravo
teu nome de advento. [...] Gravo teu nome de intento. [...] Gravo teu nome de
tento. [...] E gravo teu nome o vento, Rondon de morrer talvez, Rondon do matar
jamais.” Stella Leonardos também ressalta que Rondon defendeu o lema, “Ainda
mesmo que alguém da expedição seja ferido pelos guerreiros do Juruena, nenhuma
represália deve ser movida contra os atacantes: no seu justo direito, defendem
as suas terras e as suas famílias.” Rondon, de acordo com Stella Leonardos,
ressaltou numa das ocasiões, “[...] Tudo foi feito pelos meus dedicados
auxiliares. Eu nada fiz. O que eu fiz qualquer um pode fazer”... Para concluir,
a indagação de Stella Leonardos, da qual compartilho, “(Será só querer? Será? E
o valor desse querer?).”
·
Trabalhos consultados:
FIDALGO, Alcides e CABRAL, Mário
César ( Criação e Textos). Nosso
herói Rondon. (Organização, Curadoria e Concepção de Patrícia Civelli).
Instituto Cultural Cidade Viva; MAGALHÂES, Amilcar A. Botelho. Rondon uma relíquia da Pátria. Curitiba:
Editora Guaíra, 1942; SILVA, V. Benicio da e BRANCO, Firmino Lages Castello. Rondon. Civilizador do Sertão. Rio de
Janeiro: Biblioteca do Exército, 1952; LEONARDOS Stella. Memorial de Rondon. Cuiabá: EdUFMT, 1995; VIVEIROS, Esther de. Rondon conta sua vida. Rio de Janeiro:
Livraria São José, 1958.
·
** Doutor em
História Social e Mestre em Economia pela USP.
Docente da Faculdade de Economia, do Doutorado e Mestrado em História ,
e do Mestrado em Agronegócios e
Desenvolvimento Regional da Universidade
Federal de Mato Grosso.
domingo, 5 de maio de 2013
Sociedade dos Amigos de Rondon, palestra “Rondon: Vida e Obra”
Eu tive a honra de
participar agora à noite, acompanhado da minha noiva Roberta Vera Ferreira
Miranda, no Auditório do Palácio da Instrução, prédio histórico localizado ao
lado da Catedral Metropolitana de Cuiabá, a solenidade realizada pela Sociedade
dos Amigos de Rondon, uma palestra sobre Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, proferida pelo Prof. Dr. Fernando
Tadeu de Miranda Borges, “Rondon: Vida e Obra”, por ocasião da comemoração do
nascimento desse importante mato-grossense, mundialmente conhecido, e patrono
das comunicações, sem dúvidas um dos mais honrosos brasileiros. Muito
agradecido pelo convite. Orgulho-me de ser brasileiro principalmente
mato-grossense.
segunda-feira, 29 de abril de 2013
Classe C domina mercado imobiliário da Capital, aponta pesquisa
A classe C domina 46% das vendas do setor imobiliário na Capital, segundo pesquisa realizada pelo Secovi-MT (Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais, Comerciais e Condomínios de Cuiabá e Várzea Grande). Tais empreendimentos possuem preços que variam de R$ 160 mil a R$ 250 mil.
No MIDIA NEWS.
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Missa de aniversário de Cuiabá na Igreja de São Benedito
Os festejos de 08 de abril dos 294 anos da Capital de Mato Grosso começaram cedo na Igreja de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito. A celebração de aniversário, seguido de apresentações de cururu e siriri e chá com bolo foi acompanhada por representantes da política e cuiabana e fiéis do santo negro que é padroeiro da cidade verdade.
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Cuiabá 294 anos.
Eu me orgulho de ser um Cuiabano ...
“Eu me orgulho de ser um Cuiabano, De ’Tchapa e cruz’, confesso e não me engano. Moro na pracinha perto da Prainha, Sento na praça para ver as moreninhas. Gosto de amargo, Ventrecha de Pacu; Mojica de Pintado e Bagre ensopado. Danço rasqueado na casa de Bem-Bem, como bolo de arroz e de queijo também.”
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